Marilyn Monroe foi um dos maiores símbolos sexuais do século 20. Seu nome de batismo Norma Jeane Mortensen nasceu no dia 1º de junho de 1926, em Los Angeles.
Devido às internações de sua mãe por problemas psicológicos, passou grande parte de sua infância em casas de família e orfanatos até que, em 1937, ela se mudou para a casa de Grace Mckee Goddard, amiga da família. Em 1942, o marido de Grace foi transferido para a costa Leste, e o casal não tinha condições financeiras para levá-la com eles. Casou-se aos 16 anos, com James Dougherty, e aproveitou quando o marido serviu na 2ª Guerra para tentar a sorte no cinema.
Após a sua partida, Norma Jeane tentou a carreira de atriz, começou a carreira em alguns pequenos filmes, mas a sua habilidade para a comédia, a sua sensualidade e a sua presença em eventos levaram-na a conquistar papéis em filmes de grande sucesso, tornando-a numa das mais populares estrelas de cinema da década de 1950. O divórcio veio meses antes de assinar seu primeiro contrato com a Twentieth Century Fox em 26 de agosto de 1946.
Adotou então o nome de Marilyn Monroe e tingiu o cabelo de loiro. Sua estréia no cinema foi com um papel irrelevante em "The Shocking Miss Pilgrim" em 1947. No mesmo ano participou de "Torrentes de Ódio" e "Idade perigosa". Depois disso, a Fox cancelou seu contrato e Marilyn foi para a Columbia, onde só permaneceu por seis meses.
Em 1949, sem dinheiro, concordou em posar nua para um calendário. O sucesso foi tão grande que ela acabou ilustrando a primeira capa da revista Playboy em 1953. Tinha 1,66 metro de altura, 94 centímetros de busto, 61 de cintura e 89 de quadril.
Fez seu primeiro papel de destaque em 1951, no filme "O Segredo das Viúvas". No ano seguinte, participou de "O Inventor da Mocidade". Seu nome começou a atrair multidões aos cinemas. Foi assim em "Como Agarrar um Milionário" (1953), "Os Homens Preferem as Loiras" (1953), "O Pecado Mora ao Lado" (1955) e "Quanto Mais Quente Melhor" (1959) - este, com direção de Billy Wilder, foi considerado "a melhor comédia de todos os tempos". Nele a atriz atuou ao lado de Tony Curtis e Jack Lemmon.
Em 14 de janeiro de1954, Marilyn se casou com o ex-jogador de beisebol Joe Di Maggio, uma lenda do esporte nos Estados Unidos. Durante sua lua de mel, em Tóquio, Marilyn fez uma performance para os militares que estavam servindo na Coréia.
Joe, ciumento, não agüentou a exposição da esposa. Nove meses depois, em outubro de 1954, veio o divórcio. Em 1956, a atriz se casou com o dramaturgo Arthur Miller. Em 1961, após perder um bebê, os dois se separaram. No mesmo ano ela fez seu último filme, "Os Desajustados". Em 1962, durante as filmagens de "Something?s Got to Give", Marilyn foi demitida devido aos constantes atrasos. O diretor Billy Wilder fez um célebre protesto: "Tenho uma tia-avó na Áustria que é pontualíssima, mas ninguém pagaria um centavo para vê-la".
Uma das mais célebres performances de Marilyn foi "Parabéns a você", de maneira sensualíssima para o presidente americano John Fitzgerald Kennedy, no Madison Square Garden. O fato reforçou os rumores de que ambos teriam sido amantes.
Quatro meses depois do episódio, Quatro meses depois do episódio, Na manhã de 5 de agosto de 1962, aos 36 anos, Marilyn faleceu enquanto dormia em sua casa em Brentwood, na Califórnia. A notícia foi um choque, propagada pela mídia, explorando sobretudo o caráter misterioso em que o fato se deu, prevalecendo a versão oficial de overdose pela ingestão de barbitúricos. O brilho e a beleza de Marilyn faziam parecer impossível que ela tivesse deixado a todos. Ninguém sabe de fato o que aconteceu naquela noite. Ouviu-se o barulho de um helicóptero. Uma ambulância foi vista esperando fora da casa dela antes que a empregada desse o alarme. As gravações de seus telefonemas e outras evidências desapareceram. O relatório da autópsia foi perdido. Toda a documentação do FBI sobre sua morte foi suprimida e os amigos de Marilyn que tentaram investigar o que acontecera receberam ameaças de morte.
No dia 8 de agosto de 1962, o corpo de Marilyn foi velado no Corridor of Memories, nº 24, no Westwood Memorial Park em Los Angeles.
Há suspeitas fortíssimas de que Marilyn foi sufocada até a morte pela máfia, um grupo terrorista que assassina pessoas. Eles tinham ligação com Keneddy e ele era amante há anos de Marilyn, a máfia pode ter descoberto esse envolvimento e como precaução, já que Marilyn poderia saber da máfia, eles a assassinaram, para que ela não denunciasse a polícia que esse grupo terrorista estaria ameaçando a vida de Kennedy.
A hipótese de seu envolvimento amoroso com o presidente Kennedy e seu irmão Robert ganhou força, quando encontraram sua casa vasculhada - supostamente por agentes do FBI -, antes da chegada da polícia, no dia de sua morte.
A estrela, que deixou o mundo aos 36 anos, personificou o glamour hollywoodiano dos anos 50. Sua aparente vulnerabilidade e inocência, junto com sua inata sensualidade, a tornaram uma das mulheres mais desejadas do século 20. No fim, a glamurosa loura de Hollywood morreu durante seu sono com a jovem idade de 36 anos em 05 de agosto de 1962. Elton John e Bernie Taupin escreveram uma vez sobre Marilyn, "A vela se apagou muito antes do que a lenda que ainda continua acesa". Sua "vela" pode ter se apagado, mas as chamas de Marilyn brilham mais forte do que nunca.
Marilyn: Retrato de uma Estrela (Marie-magdeleine Lessana)
Eis alguns livros que falam sobre a vida e obra da Diva.
A Vida Secreta de Marilyn Monroe (J. Randy Taraborrelli)
É difícil imaginar que, depois de tantas décadas, ainda haja revelações sobre a vida de Marilyn Monroe, um dos maiores ícones de nosso tempo. Para remexer na história polêmica da atriz, Taraborrelli, biógrafo de Grace Kelly, Diana Ross, Elizabeth Taylor e Frank Sinatra, explora um documento até então não revelado, no qual o FBI detalha o affair entre Marilyn e Robert F. Kennedy.
Através de um trabalho de pesquisa impressionante e sua narrativa fluida, o autor destrincha os boatos e intrigas que envolveram a vida de Monroe ao mesmo tempo em que traduz a sensibilidade e desespero da jovem estrela.
Através de um trabalho de pesquisa impressionante e sua narrativa fluida, o autor destrincha os boatos e intrigas que envolveram a vida de Monroe ao mesmo tempo em que traduz a sensibilidade e desespero da jovem estrela.
Mais que uma simples biografia, o retrato de uma lenda: um delicado e profundo mergulho na complexa personalidade de Marilyn Monroe, revelando uma imagem não-convencional da estrela.
Como um bom romance, narra o início de sua carreira, suas crises de insegurança e as histórias de bastidores durante as filmagens, além de abordar os papéis que interpretou no cinema e seus turbulentos casos amorosos - Arthur Miller, Frank Sinatra e John Kennedy, entre outros. Driblando o bloqueio imposto pela censura sobre a documentação relativa à atriz, a escritora e psicanalista Marie-Magdeleine Lessana teve acesso a cartas muito reveladoras. Usa também como fonte a preciosa correspondência entre psicanalistas que trataram de Marilyn, além de depoimentos de pessoas que conviveram com ela. Um livro inquietante e revelador em que se misturam solidão e insegurança, medos, intrigas, frustrações e paixões proibidas. E que traz ainda belas fotografias.
Marilyn e JFK (Francois Forestier)
Marilyn e JFK (Francois Forestier)
Marilyn e JFK revela a paixão da atriz e faz questão de desmistificar a aura de bom moço do presidente americano John Kennedy. Por trás da loira fatal, uma pobre moça ninfomaníaca, viciada em drogas, que administra suas relações íntimas com cuidado e sinceridade. Sob a máscara do jovem presidente bronzeado e popular, a obsessão pelo sexo, a avareza, o egocentrismo e a vaidade.
O livro reúne 62 fotos do acervo do fotógrafo americano Bert Stern, que fez o último ensaio da atriz seis semanas antes de sua morte, aos 36 anos. As fotos mostram que a grande deusa do cinema continua sendo um mito incomparável.














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